Sobre mim

Sou mineiro de Belo Horizonte. Fiz filosofia na PUC-Campinas e hoje atuo como professor do IFAP, na cidade de Santana (AP).

Comecei lendo o mundo pela ótica de Marx, encontrei Nietzsche e, por extensão, descobri o existencialismo de Sartre. Acompanho a filosofia do pós-modernismo.

Fiz mestrado em letras e percebi o caráter corrosivo e transformador da literatura. Ao conceito – da filosofia – agreguei a hybris da palavra poética.

Tenho quatro grandes preocupações:

1. o uso da violência como recurso pragmático para solução de problemas corriqueiros;

2. o crescimento das ideologias religiosas alienantes;

3. o autoritarismo, seja do grande império norte-americano, das instituições do estado ou nas menores organizações sociais;

4. a fragilidade da vida no planeta.

Mesmo assim, ainda acredito na transformação das pessoas e do mundo. Da mesma forma, os pilares para a construção de um mundo melhor só poderão vir a partir do diálogo; crença incondicional no homem; democratização sem reservas de bens econômicos e culturais; e, sobretudo, maior compromisso com as próximas gerações.

Gosto muito do projeto de construção do software livre. A partilha, compromisso e cooperação são as marcas desta postura. As comunidades são provas disto. Uso o GNU/Linux como solução de interface homem/máquina e cada vez me surpreendo mais com as conquistas que fazemos. Isso é sem dúvida um horizonte promissor que se descortina .

Tenho como lema a máxima de Nietzsche: “Cada um acredita no quanto de verdade é capaz de suportar”.

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