Escrever-se para superar a morte: Jean-Paul Sartre e liberdade n'As Palavras

Dissertação de mestrado sobre a produção autobiográfica de Sartre a partir da obra As palavras.

Resumo: Aprofundar o estudo acerca da representação autobiográfica como estratégia de constituição de um eu que se faz mediante a escrita. Este trabalho explicita a escrita de si empreendida por Sartre em As palavras, ao mesmo tempo em que busca explorar outros elementos constituintes dos processos de escritos memorialistas e autobiográficos. Os inúmeros processos mentais a partir dos quais os acontecimentos são reelaborados, reorganizados, resignificados e, a prevalência do acontecimento sobre o vivido como resultado da manipulação do sujeito que escreve sobre si. Os territórios nos quais se relacionam memória e ficção, a escrita como reinvenção de si mesmo, a liberdade de encenar-se num tempo de posterioridade e a recriação dos fatos como acontecimentos que podem ser lembrados
Palavras-chave: escrita de si, autobiografia e memorialismo, ficção, Jean-Paul Sartre.

1984. Escrever-­se para não sucumbir: resistir mediante a escrita

Este trabalho de minha autoria diz respeito às formas de constituição da memória tendo como base a obra de George Orwell, 1984. Foi objeto de comunicação junto a Unincor no grupo de pesquisadores do mestrado em 2009.

Guerra & Terrorismo

 

“A guerra é uma forma de terrorismo cujo orçamento é ilimitado”

Diferenças culturais

Por Jean Baudrillard*

[...] mas a cultura brasileira é muito complexa para meu alcance teórico. Ela não se enquadra muito em minhas preocupações com a contemporaneidade, não tem nada a ver com a americana, com seus dualismos maniqueístas, um país que se construiu a partir das simulações, um deserto da cultura no qual o vazio é tudo. Os Estados Unidos são o grau zero da cultura, possuem uma sociedade regressiva, primitiva e altamente original em sua vacuidade. No Brasil há leis de sensualidade e de alegria de viver, bem mais complicadas de explicar. No Brasil, vigora o charme.