Escrever-se para superar a morte: Jean-Paul Sartre e liberdade n'As Palavras
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- Categoria: Fragmentos
- Criado em Quarta, 25 Janeiro 2012 17:05
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Dissertação de mestrado sobre a produção autobiográfica de Sartre a partir da obra As palavras.
Resumo: Aprofundar o estudo acerca da representação autobiográfica como estratégia de constituição de um eu que se faz mediante a escrita. Este trabalho explicita a escrita de si empreendida por Sartre em As palavras, ao mesmo tempo em que busca explorar outros elementos constituintes dos processos de escritos memorialistas e autobiográficos. Os inúmeros processos mentais a partir dos quais os acontecimentos são reelaborados, reorganizados, resignificados e, a prevalência do acontecimento sobre o vivido como resultado da manipulação do sujeito que escreve sobre si. Os territórios nos quais se relacionam memória e ficção, a escrita como reinvenção de si mesmo, a liberdade de encenar-se num tempo de posterioridade e a recriação dos fatos como acontecimentos que podem ser lembrados
Palavras-chave: escrita de si, autobiografia e memorialismo, ficção, Jean-Paul Sartre.
1984. Escrever-se para não sucumbir: resistir mediante a escrita
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- Categoria: Fragmentos
- Criado em Quarta, 25 Janeiro 2012 16:59
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Este trabalho de minha autoria diz respeito às formas de constituição da memória tendo como base a obra de George Orwell, 1984. Foi objeto de comunicação junto a Unincor no grupo de pesquisadores do mestrado em 2009.
Guerra & Terrorismo
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- Criado em Terça, 03 Junho 2008 00:00
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“A guerra é uma forma de terrorismo cujo orçamento é ilimitado”
Diferenças culturais
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- Categoria: Fragmentos
- Criado em Quinta, 24 Abril 2008 00:00
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Por Jean Baudrillard*
[...] mas a cultura brasileira é muito complexa para meu alcance teórico. Ela não se enquadra muito em minhas preocupações com a contemporaneidade, não tem nada a ver com a americana, com seus dualismos maniqueístas, um país que se construiu a partir das simulações, um deserto da cultura no qual o vazio é tudo. Os Estados Unidos são o grau zero da cultura, possuem uma sociedade regressiva, primitiva e altamente original em sua vacuidade. No Brasil há leis de sensualidade e de alegria de viver, bem mais complicadas de explicar. No Brasil, vigora o charme.

