O obscuro Amapá

No Amapá enfrentamos estruturas do colonialismo colonial. Os ocupantes do poder ignoram a democracia, o estado de direito e fazem uso da força aliada a burocracia como instrumento de gestão. Perpetuam estas práticas ao construírem instrumentos legais que dão respaldo ao autoritarismo.

Como se não bastasse, justificam o real através de uma religião desconectada da história. A consciência e a razão ainda não foram inventadas pelo humano. Só o fundamentalismo proto testamentário impera. Manipula-se o real de acordo com o texto, invertendo a lógica que o conceito é simbólico do real; aqui, o conceito precede o real!

Da associação entre o poder político e o poder pentecostal temos uma estrutura incapaz de qualquer progresso ou benefício para os que não sejam irmãos – de fé e de política. Todo o resto é inimigo e não pode e nem deve gozar dos mesmos benefícios sociais. Instaura-se a exclusão com base no estado e na fé de uns poucos eleitos.

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